About R.A.C.E.

_DSC4157

Origen.

Natural de Valencia, España. Hijo de Arsenio (Valencia, 1944) y de Carmen ( Salamanca, 1940)  realizé la educación obligatoria y B.U.P. dividido entre España y Portugal (Pais en el que resido actualmente.) Empezé a trabajar en el mundo de la informática vendiendo ordenadores que yo mismo montaba hasta que comenzé mi carrera como designer grafico 2D/3D, se siguieron algunos cursos técnicos de programacion y obtuve la titulacon de Microsoft Certified System Engineer en el año 2000. Desde entonces hasta incio del año 2007 he trabajado como administrador responsable por el sistema informático de una empresa de arquitectura de la que soy socio co-propietario.

Referencias.

Incitado por mi padre y los compañeros de trabajo, realice un pequeño curso de fotografia, una especie de iniciacion, a este curso se siguieron algunos cursos mas avanzados en el Estudio8A en Lisboa con el fotografo Paulo Roberto. Digamos que estas fueron las primeras luces. Algunos libros de la Agencia Magnum y bastantes fotografias de algunos autores como Henry Cartier Bresson, Eduardo Gageiro , Miguel Salgado,  Jean Loup Sieff y Jose Maria Mellado (que descubri recientemente) me inspiran en mi trabajo. Refiero con la misma importancia a Fernando Dinis (Padre de mi amigo Ricardo Dinis) Sus breves, pero muy valiosos consejos añadidos a la observacion de sus fotografias,  me han sido muy utiles para mejorar técnicamente mis propias fotos y sobre todo para separar la paja del grano.

Fotografia.

Lo que cuentan mis fotos depende de quien mire las fotos, algunas de ellas contienen algun mensaje simple  o retratan un ambiente. Otras por ejemplo solo transmiten una sensacion, lo que intento normalmente es exagerar aquellos rasgos de la escena que en conjunto me transmiten lo que estoy sintiendo, para asi poder revivir esas sensaciones mas facilmente cuando observo las fotos posteriormente. No me considero un fotografo en el verdadero sentido de la palabra, me gusta “ver” y contar lo que veo de una manera singular.

_DSC1887

Siempre que me encuentro en la situacion de decidir dar prioridad al mensaje o a la calidad técnica, opto por el mensaje. La gente que me rodea sabe que no soy “un amante del pixel”. De manera general en la vida, me intereso mas por el sentido de lo que nos rodea que con sus formas.

El color favorito.

Pensaba que era el negro, creo que es herencia de una adolescencia turbia y oscura. Hoy en dia me gustan todos los colores, todo depende de la luz que los ilumina.

Origem.

Natural de Valência, Espanha. Filho de Arsenio (Valência, 1944) e de Carmen (Salamanca, 1940). Realizei a escola obrigatória e o B.U.P. (Bacharelato Unificado Polivalente) dividido entre Espanha e Portugal (País no qual resido actualmente). Comecei a trabalhar no mundo da informática, vendendo computadores que eu mesmo montava, até que iniciei a minha carreira como designer gráfico 2D/3D; seguiram-se alguns cursos técnicos de programação e obtive o título de Microsoft Certified System Engineer no ano 2000. Desde então e até ao início do ano 2007, trabalhei como administrador responsável pelo sistema informático de uma empresa de arquitectura, da qual sou sócio co-proprietário.

Referências.

Incitado pelo meu pai e os companheiros de trabalho, tirei um pequeno curso de fotografia, uma espécie de iniciação; a este curso seguiram-se outros, mais avançados, em Estudio8A, em Lisboa, com o fotógrafo Paulo Roberto. Digamos que estas foram as primeiras luzes. Alguns livros da Agência Magnum e bastantes fotografias de alguns autores como Henry Cartier Bresson, Eduardo Gageiro, Miguel Salgado, Jean Loup Sieff e Jose Maria Mellado (que descobri recentemente) inspiram-me no meu trabalho. Refiro com a mesma importância Fernando Dinis (Pai do meu amigo Ricardo Dinis). Seus curtos, mas muito valiosos conselhos aliados à observação das suas fotografias, foram-me bastante úteis para melhorar tecnicamente as minhas próprias fotos e sobretudo para separar “o trojo do milho”.

Fotografia.

O que contam as minhas fotografias depende de quem as observa, algumas delas contêm alguma mensagem ou retratam um ambiente. Outras por exemplo apenas transmitem uma sensação; o que pretendo normalmente é exagerar os pormenores do cenário, que em conjunto me transmitem o que estou sentindo, para assim, puder reviver essas sensações mais facilmente, quando observo as fotografias posteriormente. Não me considero um fotógrafo no verdadeiro sentido da palavra, gosto de “ver” e contar o que vejo de uma maneira singular.

Sempre que me encontro na situação de decidir em dar prioridade à mensagem ou à qualidade técnica, opto pela mensagem. A gente que me rodeia sabe que não sou “um amante do pixel”. Geralmente na vida, interesso-me mais com o sentido daquilo que nos rodeia do que com as suas formas.

Cor favorita.

Pensava que era o preto, creio que é uma herança de uma adolescência turva e obscura. Hoje em dia gosto de todas as cores, tudo depende da luz que as ilumina.